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Blogs Marcelo Bonholi Marcelo Bonholi é formado em Jornalismo e repórter do Portal Morada
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Time da base ganha nos pênaltis depois de WO

Foi assim a articulação para a venda do Clube Estrela para o DAAE, em clima de copa do mundo. A torcida "Moscou" e a coisa ficou "russa"
Postado em: 19/07/2018 às 07:25
Autor: Marcelo Bonholi
Time da base ganha nos pênaltis depois de WO

Nos 15 minutos finais do segundo tempo da prorrogação, em uma jogada mirabolante após derrota por WO na última quinta-feira (12), o prefeito Edinho Silva conseguiu emplacar a venda do Clube Estrela para o DAAE (Departamento Autônomo de Água e Esgoto), na terça-feira (17), em Araraquara.

No primeiro lance houve comoção da torcida adversária que, ciente do horário do jogo às 16h, compareceu em massa para acompanhar a partida com firmeza e olhos atentos em possíveis lances indevidos. Mas a partida nem foi realizada porque o time da casa perdeu por WO, já que não tinha jogadores suficientes para a partida.

Tudo ia bem até o presidente da federação esportiva que domina a partida do prédio vizinho resolver retirar o time de campo.

Mas não acabou por aí. Na terça-feira (17), o time da base entrou em campo com vontade, tanta vontade que até jogadores do time adversário resolveram mudar de lado.

A partida foi levada aos pênaltis. O clima era tenso, os times escolheram as táticas e seus cobradores e foi dada a largada.

Jeferson Yashuda, juiz da partida, iniciou as cobranças com o time da casa. De cara, o camisa 10, Paulo Landim, chutou forte e garantiu o primeiro gol. Em seguida, foi a vez de José Porsani, jogador sênior, experiente, que sem força fez o seu e empatou a partida.

A cobrança seguia empatada, com chutes de Toninho do Mel, Elton Hugo Negrini, Thainara Faria, entre outros, até que o Vereador Tenente Santana, esperança no time adversário, chutou para fora e pediu falta técnica depois que um torcedor adversário, sozinho, resolveu fazer verão.

Na hora o juiz Jeferson Yashuda paralisou a partida e solicitou o árbitro de vídeo. Foram quase 10 minutos de espera. A arbitragem discutiu se retirava o torcedor a força ou não do campo. Foram momentos de tensão e a partida seguiu indefinida.

Ao retornar, o camisa 10 do time da casa fez uma jogada, pedindo a anulação das cobranças e o chute sequencial sem goleiro.

Foi um massacre! 11 a 6 para o time da base. A torcida ausente foi a loucura, exigindo junto com os jogadores adversários, uma posição mais enérgica da arbitragem. Apesar dos questionamentos, o pedido do camisa dez era legal.

Fim de jogo! DAAE passa de tratamento de água para sub 40 nos jogos regionais.

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