Sesc Araraquara em clima de “Discoteque”

Nos embalos da Black Music dos anos 80, com iIuminação e projeções que remetem aos bailes dos anos 70 e 80, o público também entra na dança

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Sesc Araraquara em clima de “Discoteque”
Imagem: Maycon Soldan

 

Neste sábado (26), às 21 horas, a convivência do Sesc Araraquara torna-se o “terreiro” para o espetáculo “Discotheque”, proposta córeo-performática resultante do processo de pesquisa do coreógrafo Luis Ferron.

No elenco estão os expoentes da dança cênica Bruna Reis, dançarina, performer e pesquisadora do Laboratório Fuga vinculado ao LUME Teatro; o palhaço e músico, Clerouak;  Daniela Dini, dançarina e diretora de dança, Fause Haten, artista multifacetado, conhecido no mundo da moda no Brasil e internacionalmente; Flip Couto, fundador do grupo Funk Fanáticos, primeiro grupo brasileiro dedicado às praticas e estudos das danças funk; Jesser de Souza, ator-pesquisador do LUME Teatro; Luis Ferron, diretor e coreógrafo do Núcleo Artístico LuisFerron; a bailarina e performer, Natasha Vergilio; Thais Di Marco, bailarina, cantora e arte educadora; Willy Helm, diretor, bailarino e também coreógrafo, arte-educador, produtor, interprete e videomaker. Frank Ejara, streetDancer, diretor e coreógrafo, fundador da Cia. Discípulos do Ritmo; Téo Ponciano - videomapping, percussionista, VJ, sonoplasta, cenotécnico, técnico eletrônico e de som; e Mauro Martorelli, diretor de Arte, Cenógrafo e Iluminador.

Após as obras Sapatos Brancos - Prêmio APCA 2009 por composição coreográfica e Prêmio Prime Bravo por melhor espetáculo de Dança 2010; Baderna - Prêmio APCA 2012 por melhor espetáculo de Dança e finalista do Prêmio Governador do Estado 2012; Baderna Zona Sul, Baderna 23, Baderna Celebration, HTML - O Corpo Hypertexto - Prêmio Rumos Dança Itaú Cultural 2012/2014, Discotheque é inaugurada como uma resultante desse percurso de pesquisa envolvendo artistas e público num mesmo espaço.

Esta experiência nega uma forma definida e elege o espectador como autor complementar e indispensável para formações fugazes. Tal como os Parangolés de Hélio Oiticia e, ou, os Objetos Relacionais de Lygia Clark, a obra se constrói no instante de cada tempo-espaço junto e com os participantes, deixando de ser contemplativa, para tornar-se um território de experiências sinestésicas.

No decorrer da performance, junto ao público estão os artistas convidados. A distribuição de óculos e perucas blackpower criam um território "dancing days" ao espetáculo.

 

Serviço:

Espetáculo “Discotheque”

Dia: 26/11, sábado

Horário: 21h

Local: Convivência

Classificação: 12 anos