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Saúde pública de Araraquara conta com 37 respiradores

Equipamento ajuda as pessoas a respirar em caso de sintomas agudos do coronavírus
Postado em: 25/03/2020 às 16:29
Autor: Luís Antonio
Saúde pública de Araraquara conta com 37 respiradores

Os pacientes que enfrentam sintomas agudos provocados pelo novo coronavírus, causador da Covid-19, precisam ser internados em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e serem socorridas com os ventiladores de ar médicos, conhecidos como respiradores.

Os respiradores são equipamentos que ajudam as pessoas a respirar quando o sistema respiratório apresenta dificuldades de funcionar plenamente.

Em quase todos os países atingidos pelo vírus, a falta de respiradores é um dos grandes problemas da rede de atendimento. Um levantamento feito pelo Portal Morada junto à secretaria municipal da Saúde mostra que em Araraquara a situação não é diferente.  

De acordo com Eliana Honain, secretária da Saúde, as unidades e os hospitais que atendem o Sistema Único de Saúde têm, juntos, menos de 40 unidades do respirador.

O Hospital Estadual de Américo Brasiliense (HEAB), designado como referência para o atendimento aos pacientes do coronavírus, possui apenas 10 desses aparelhos. A Santa Casa de Araraquara, que atende cerca de 25 municípios da região, possui 18 equipamentos.

Além disso, as Unidades de Prontos Atendimento (UPA’s) de Araraquara tem outros 9 respiradores, mas não possuem leitos de UTI.

Para tentar ampliar a oferta dessa estrutura na rede pública, a secretaria da Saúde considera que cada hospital possa receber mais 10 unidades cada um. “O estado ficou de providenciar recursos, mas esses recursos ainda não chegaram aos municípios. O município está tentando se estruturar, abrindo mais leitos de enfermaria, e dentro disso, estamos tentando abrir mais 10 leitos com respiradores para tentar manter esses pacientes. Isso já foi autorizado pelo prefeito e depende de conseguir efetuar a compra no mercado”, explicou a secretária.

A oferta do equipamento é um dos empecilhos. Honain afirma que o custo médio do aparelho antes da pandemia era de cerca de R$ 50 mil. O valor atual de mercado é de cerca de R$ 100 mil, ainda sem a garantia de entrega.

“Todo mundo está comprando, inclusive os governos estadual e federal. Lembrando que toda necessidade de internação do COVID-19  é regulada pela CROS, que no momento da solicitação poderá encaminhar o paciente para qualquer lugar com disponibilidade do equipamento no estado como um todo”, afirmou a secretária.