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FURP escapa da “degola” e não será mais extinta

Alesp aprovou ajuste fiscal proposto pelo governador Doria, mas poupou quatro empresas públicas
Postado em: 15/10/2020 às 17:17
Autor: Luís Antonio
FURP escapa da “degola” e não será mais extinta

A Fundação para o Remédio Popular (FURP), que tem uma unidade em Américo Brasiliense, e outras três empresas públicas foram poupadas do pacote de ajuste fiscal do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Com isso, a Fundação segue sendo uma empresa pública, assim como o Instituto de Terras de São Paulo (ITESP),  Oncocentro (Fosp) e oInstituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (Imesc).

O texto-base do projeto havia sido aprovado na noite de terça-feira (13). Entretanto, a situação dessas quatro empresas foram colocadas como destaque  para uma votação específica, que foi retomada na noite de quarta-feira (14), quando o governo recuou para conseguir a aprovação do texto final.

Os deputados estaduais também retiraram do texto final a obrigação de retirada da sobra orçamentária das universidades estaduais e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) de 2019, que seriam destinadas à conta única do Tesouro de SP. Agora, essas sobras continuarão com as entidades, segundo a redação da lei aprovada pelos parlamentares.

O pacote de Ajuste Fiscal é uma das medidas tomadas pelo Governo de São Paulo para reduzir a previsão de déficit no orçamento de 2021, estimado em mais de R$ 10 bilhões. 

 

FURP foi alvo de CPI

No ano passado, a FURP foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou irregularidades na Fundação. Na votação do relatório final, realizada em novembro, foram apontados indícios de crimes que ocorreram nos anos de gestão da Furp depois da Parceria Público Privada (PPP). Naquela ocasião, os parlamentares sinalizaram que o contrato da Parceria Público Privada (PPP) fosse rescindido e que apenas a fábrica de Guarulhos fosse mantida em funcionamento.

O ex-superintendente da Furp, Flávio Francisco Vormittag, o ex-assessor técnico de engenharia Ricardo Luiz Mahfuz e o ex-gerente de divisão industrial Adivar Aparecido Cristina foram apontados no documento para que o Ministério Público faça uma apuração mais detalhada a respeito de suas atuações junto à fundação.