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Decisão sobre o caso Zé Luiz divide opiniões na Câmara

Relator afirma que presidente da Comissão tentou denegrir a imagem dos demais vereadores 
Postado em: 07/11/2019 às 17:32
Autor: Luís Antonio
Decisão sobre o caso Zé Luiz divide opiniões na Câmara
Para o vereador Zé Porsani, seria "impossível pedir o arquivamento da denúncia"

A Comissão de Ética da Câmara de Araraquara votou pelo arquivamento da denúncia contra o vereador Zé Luiz (CIDADANIA), que assinou um requerimento solicitando à Prefeitura o uso de equipamentos do setor de cerimonial para uma festa particular realizada em uma residência no Jardim Cruzeiro do Sul.

A decisão da comissão foi pelo arquivamento da denúncia. A decisão foi apoiada por três representantes da Comissão: Edson Hel (CIDADANIA), Pastor Raimundo (REPUBLICANOS) e Magal Verri (MBD), que votaram favoravelmente ao relatório depois de rejeitarem o relatório do vereador Elton Negrini (PSDB), que havia indicado a cassação do vereador.

A divergência de opiniões na comissão chegou ao plenário da Câmara na sessão da última terça-feira (5), quando o relator do caso, Edson Hel, usou a Tribuna para atacar Zé Porsani, que presidiu a comissão. Porsani foi acusado por Hel de tentar "denegrir a imagem dos demais vereadores que participaram do conselho". Hel disse também que “o presidente do conselho sair na mídia falando dos votos, isso não é ético. É falta de respeito”, disse o vereador. “Estamos pra fazer justiça, e não ser justiceiro”, concluiu.

Edson Hel se referia a uma entrevista concedida por Porsani ao Jornal da Morada, na última quinta-feira (31). Na ocasião, Porsani defendeu o relatório do colega de partido, delegado Elton Negrini. Segundo Porsani, faltara nas oitivas as declarações do próprio vereador Zé Luiz e dos moradores da residência

“As denúncias foram muito bem conduzidas pelo delegado Elton Negrini. O que ele perde é a perda de mandato. Três colegas vereadores, Cabo Magal, Pastor Bezerra e Edson Hel pediram o arquivamento”.  Segundo Porsani, as oitivas mostraram que o vereador Zé Luiz estava no local do evento. “Não tem como falar que o caso não existiu. Perante as oitivas, é impossível pedir o arquivamento da denúncia. A Promotoria abriu uma ação e deverá ter conhecimento desses documentos e vamos ver as consequências”, concluiu Porsani, revelando a divergência sobre o caso.