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Enfermeiro é investigado por abuso sexual em posto de saúde

Paciente afirma que foi abusado durante atendimento. Enfermeiro ainda teria se passado por médico
Postado em: 13/02/2020 às 08:29
Autor: Redação
Enfermeiro é investigado por abuso sexual em posto de saúde
Acusado trabalhava em um posto de saúde de Américo Brasiliense, onde teria se passado por médico

A Polícia Civil investiga uma denúncia de abuso sexual praticada por um profissional da saúde no município de Américo Brasiliense. O crime teria sido praticado dentro de um posto de saúde durante um atendimento de rotina, na última segunda-feira (10).

O profissional denunciado é um enfermeiro. Segundo informações, um paciente embriagado deu entrada no posto de saúde, ao lado do hospital municipal José Nigro, no centro da cidade. A vítima foi atendida pelo enfermeiro, que teria se passado por médico.

O paciente relata que estava deitado em uma maca quando foi abordado pelo enfermeiro, que examinou seu abdômen. Ele pediu que a vítima deitasse de barriga para baixo e cometeu o abuso. O paciente declara que, ao sentir dor, virou-se e viu o enfermeiro com o pênis para fora das vestes.

A vítima procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência. De acordo com o delegado, Dr. Jesus Nazaré Romão, no dia seguinte ao abuso, a vítima procurou a delegacia para registrar a ocorrência. O homem fez exame de corpo de delito e foi instaurado um inquérito policial.

O enfermeiro também procurou a delegacia e registrou um boletim de ocorrência de calúnia, alegando que o ocorrido não era verdade.

Após o registro policial e manifestação da Procuradoria Jurídica do Município, a Prefeitura de Américo Brasiliense afastou o servidor “em caráter provisório, sem prejuízo dos seus vencimentos”. A portaria entrou em vigor no dia 12 de fevereiro.

 

Acusado já foi denunciado 

A Procuradoria da Prefeitura de Américo Brasiliense confirmou que, anteriormente, o funcionário também foi alvo de um processo administrativo. Na ocasião, ele foi acusado de ofertar exames a um paciente do sexo masculino. a oferta causou estranheza ao paciente, que denunciou o caso.

O processo administrativo resultou numa penalização ao funcionário,mas o caso não foi levado à Polícia Civil por não ser considerado crime.