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Ana: Um filho é o coração batendo fora do peito 

A terceira filha de Ana nasceu com uma cardiopatia e passou por períodos difíceis no hospital
Postado em: 12/05/2021 às 07:47
Autor: Adriana Nagazako
Ana: Um filho é o coração batendo fora do peito 

Ana era uma mulher de fibra. Teve seus dois filhos, Edu e Mirella, e vivia "as dores e delícias" do maternar. A terceira gravidez foi uma doce surpresa, completando a alegria da família. 
Quando Analice nasceu, Ana pensava: "Tenho três filhos lindos". A mãe era só amor.

Com dois meses, a bebê foi diagnosticada com uma cardiopatia, o que deixou a mãe desesperada. "Trate a bebê como um cristal", alertou a médica, informando que a bebê Analice teria que passar por uma cirurgia quando tivesse 6 meses.
Ana foi às lagrimas. Porquê sua filha nasceu assim? Que tamanho teria o coração de uma bebê de dois meses ou de seis meses? Caberia o pequeno coração na palma da mão? 
A mãe entregou o frágil coração de Analice: colocou-o nas mãos de Deus. 

Para ajudar a mãe, eram poucos. Mas para criticar o choro, apareciam muitos. As pessoas diziam: "Se você tivesse fé, sua filha não precisaria operar". Do seu canto, ferida, Ana respondia: "Tenho fé, mas se é preciso operar, Deus irá ajudar".

Os meses passaram e a cirurgia enfim chegou. Os médicos prepararam a bebê e antes de entrar no centro cirúrgico, Ana beijou a filha. 
A cirurgia da bebê Analice durou seis longas horas. Nos dias seguintes, Ana continuou no hospital e às vezes era impedida de ver a bebê por conta de intercorrências da cirurgia. Um médico ou enfermeira se aproximava e dizia: "Sua filha não irá aguentar". 

Ana, com o coração apertado, pedia a intercessão da mãe das mães, Nossa Senhora. Confiava na recuperação da menina. E se a perdesse, iria morrer junto.

De uma noite para outra, a bebê apresentou melhoras. E assim, 51 dias depois, Analice recebia alta hospitalar. Era 12 de maio, dia das mães. Desde então, com sua família e seus três filhos, Ana comemora dois aniversários: o nascimento de Analice e o dia de sua recuperação. 

"Mães, nunca percam a esperança. Tenham fé", diz Ana, que além de aprender a ser guerreira, percebeu que um filho é o coração batendo fora do peito. 
 

De segunda a sexta, uma história por dia na programação da Rádio Cultura durante o mês das mães. Saiba mais sobre a história da Márcia no nosso programete especial: https://bit.ly/3eFUQXD



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