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Lutadora araraquarense defende cinturão nos Estados Unidos

Lívia Renata Souza enfrenta norte-americana para se manter no topo do Invicta FC, maior evento de MMA feminino do mundo

Na noite deste sábado, a lutadora araraquarense Lívia Renata Souza fará sua segunda defesa do cinturão dos palhas (até 52kg) do Invicta FC, maior competição de MMA feminino do mundo. A atleta terá pela frente a ex-lutadora do UFC Angela Hill no card principal da 17ª edição do evento, que acontecerá em Costa Mesa, Estados Unidos.

Lívia vai para sua segunda defesa de cinturão dos palhas. Ela se sagrou campeã da categoria ao vencer Katja Kankaanpaa em sua estreia no Invicta FC. Na primeira defesa, a brasileira venceu DeAnna Bennett no por finalização no primeiro round, quebrando a invencibilidade da americana, em janeiro deste ano. Aos 25 anos, a araraquarense está invicta na carreira de nove lutas, sendo sete por finalização e uma por nocaute. Aline Sattelmayer foi a única lutadora que levou a luta contra Livinha para a decisão dos árbitros no Circuito Talent.

Já Angela Hill entrou no UFC através do TUF 20, que inseriu o peso-palha feminino no Ultimate, mas foi eliminada no reality show na primeira luta ao ser superada por Carla Esparza, em combate que não contou para o cartel. A americana estreou bem na organização com vitória contra Emily Kagan, mas não conseguiu emplacar sendo derrotada para Tecia Torres e Rose Namajunas e foi demitida. No Invicta FC, a americana venceu Alida Gray e Stephanie Eggink, se credenciando a ser a nova desafiante de Livinha. Aos 28 anos de idade, Hill possui um retrospecto de quatro vitórias e duas derrotas em seu currículo.

A araraquarense conta que estudou os movimentos da adversária e espera aplicar tudo o que treinou no confronto. “Estou focada em melhorar como atleta em todos os aspectos do meu jogo e manter o título. Já mapeei o jogo da adversária e não estou preocupada em ser fácil ou difícil, pois sei que se eu impor meu jogo tudo vai fluir como sempre”, destaca.

Lívia aprovou o tempo de preparação que teve para a luta. “Eu já vinha preparada para lutar de novo depois de me recuperar da mão e agora é só ajustar detalhes e afiar as melhores armas”, acrescenta.

Em sua terceira luta em território norte-americano, a atleta vai para a disputa muito mais tranquila do que em suas primeiras experiências. “Já nem sei a diferença de lutar no Brasil ou nos Estados Unidos, até porque fiz sete lutas no Brasil e já vou para a minha terceira nos Estados Unidos e todas valendo cinturão mundial. No começo é deslumbrante, com os fãs ávidos por atenção, o media day com a imprensa te devorando e também a magnitude do evento. Hoje eu aprendi a lidar e curtir tudo isso”, completa.

Lívia deixa um recado para seus torcedores. “Podem esperar muita vontade de vencer, muita agressividade, muitos novos recursos e truques na manga, para consolidar o estilo “thugzilian”. Queria mandar um salve pra todos meus professores da Team Máximo, patrocinadores, amigos e minha quebrada no Jardim Universal”, conclui.

 

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