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São Paulo registra 130 casos suspeitos de coronavírus

Estado segue com 2 confirmados, infectados na Itália e diagnosticados na capital
Postado em: 05/03/2020 às 17:11
Autor: Redação
São Paulo registra 130 casos suspeitos de coronavírus
Reunião para início do Centro de Contingência ao Coronavírus( Covid 19) na Secretaria da Saúde

A Secretaria de Estado da Saúde registra 130 casos suspeitos do novo coronavírus (COVID-19). Além dos sintomas respiratórios, os suspeitos têm histórico de viagem ou contato próximo com caso suspeito.

SP também contabiliza 104 casos descartados, desde o início das notificações (confira abaixo explicações sobre a classificação de casos atualizada pelo Ministério).

O Estado de SP segue com dois casos confirmados de COVID-19. Ambos foram infectados na Itália e passaram por atendimento por médico no Hospital Israelita Albert Einstein, na capital. Foram diagnosticados pelo serviço e, atualmente, estão em isolamento domiciliar, estáveis, sob monitoramento diário pela Secretaria Municipal de São Paulo. No interior do estado, ainda não há confirmação.

A segunda confirmação ocorreu no sábado (29), e não altera a situação nacional, pois não existem evidências de circulação sustentada do vírus em território brasileiro.

Conforme definido pelo Ministério da Saúde na mesma data, todos os laboratórios públicos ou privados que identificarem casos confirmados pela primeira vez, adotando o exame específico para SARS-CoV2 (RT-PCR, pelo protocolo Charité), devem passar por validação de um dos três laboratórios de referência nacional, a saber: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ), Instituto Evandro Chagas da Secretaria de Vigilância em Saúde (IEC/SVS) no Estado do Pará, e Instituto Adolfo Lutz da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Após a validação da qualidade, o laboratório passará a ser considerado parte da Rede Nacional de Alerta e Resposta às Emergências em Saúde Pública, para investigação do Coronavírus. Laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein, que fez as confirmações iniciais de COVID-19 em dois pacientes na última semana, cumpre as exigências e seus resultados foram considerados finais.

 

Brasil confirma oitavo caso

O Ministério da Saúde confirmou mais quatro casos de coronavírus no Brasil, totalizando seis em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro no Espírito Santo. Segundo o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, o caso confirmado no Espírito Santo entrará no banco de dados do ministério nas próximas horas, mas já está confirmado.

O caso do Espírito Santo é uma mulher de 37 anos, com histórico de viagem. Além disso, existe um caso confirmado pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, mas o ministério aguarda a contraprova para confirmar oficialmente. Assim, o Brasil tem 636 casos suspeitos e oito confirmados.

 

Critérios para classificação de casos

O Ministério da Saúde alterou os critérios para definição de casos suspeitos, prováveis e confirmados, devido à confirmação de COVID-19 no Brasil e ao cenário da doença no mundo.
Caso confirmado: a confirmação para COVID-19 poderá ser feita a partir do critério laboratorial, com resultado positivo por meio de RT-PCR (sigla em inglês que significa “Reação em cadeia da polimerase”), por laboratório reconhecido pelo Ministério para diagnóstico da doença.

Caso não seja possível a realização da análise, também poderá ocorrer confirmação pelo critério clínico-epidemiológico, ou seja, situações em que a pessoa teve contato próximo domiciliar de caso confirmado laboratorial, e apresentou febre e/ou qualquer sintoma respiratório, no intervalo de 14 dias após o último contato com o infectado.

Caso provável: aplica-se a uma pessoa que teve contato próximo domiciliar de caso confirmado laboratorial e, além disso, apresentou febre e/ou qualquer sintoma respiratório dentro do período de 14 dias após o último contato com o paciente.

Caso suspeito: necessariamente, é preciso ter febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar), associada a uma das circunstâncias a seguir, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas: histórico de viagem para área com transmissão local definida pela OMS ou contato próximo de caso suspeito para COVID-19.