A queda do avião que transportava a delegação do Chapecoense e diversos membros da imprensa para Medellín, na Colômbia, pode ter ocorrido por falta de combustível, segundo informações divulgadas na atração colombiana Rádio Caracol. O avião da Lamia (matrícula CP2933) decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com 77 pessoas a bordo entre passageiros e tripulantes, mas caiu na madrugada desta terça-feira (29), matando 71 pessoas.
De acordo com o portal, o piloto de um avião que viajava próximo ao voo da Chapecoense afirmou que ouviu a conversa entre a tripulação da aeronave e a torre de controle do aeroporto de Medellín, onde o piloto da aeronave Lâmia afirmava que estava com problemas de combustível.
O piloto teria afirmado a radio que o avião da Chapecoense perguntou a rádio se haveria demorar para obter a permissão de pouso e pediu prioridade para aterrissar pois estaria com problemas de combustível, entretanto o pedido foi negado pois haviam duas aeronaves na fila para realizar o pouso. Em seguida o piloto havia afirmado que estava com pane elétrica total e assim, começou a perder altitude que caiu, matando 71 pessoas.
Segundo o apresentador da Radio Caracol, viajar com pouca autonomia de combustível é um ação grave e que pode resultar em multa e perda da habilitação do piloto, motivo que poderia ter impedido de inibido o comandante da aeronave de falar a real situação do Lamia, o que lhe daria prioridade para pouso, decretando falha total dos equipamentos quando já era tarde demais.

