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Polícia investiga se amante teve participação na morte de professor

Viúva de Sonoda mantinha um relacionamento extraconjugal com homem viciado em drogas e ex-presidiário
 
A advogada Milene Estácio, 36 anos, suspeita de planejar a morte do esposo, o professor universitário Milton Taidi Sonoda, mantinha um relacionamento extraconjugal com um ex-presidirário e viciado em drogas, segundo apontam as investigações da Polícia Civil. 
 
Os dois se encontravam nos finais de semana e viajavam para São Paulo, enquanto o professor trabalhava em Uberaba/MG, onde dava aula na Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). A polícia investiga agora se este amante, de 38 anos, teve envolvimento na morte de Sonoda.
 
Segundo o delegado responsável pelo caso, Milene tentou internar o amante em uma clínica de recuperação para usuários de droga, na capital paulista. E, inclusive, pesquisou com ele casas para alugar em São Carlos. A mulher se apresentava com esposa deste homem, que já foi preso por tráfico de drogas.
 
A polícia acredita que a motivação do crime não foi apenas o dinheiro, mas também este relacionamento extraconjugal. 
 
Nesta terça-feira, dia 28, a justiça decretou a prisão preventiva da viúva, que está presa temporariamente na cadeia feminina de Ribeirão Bonito.
 
Ela foi indiciada pelo crime de homicídio duplamente qualificado combinado com corrupção de menores e ocultação de cadáver. Sendo condenada, pode pegar de 12 a 30 anos de reclusão. A filha dela, de 17 anos, está internada na Fundação Casa de Cerqueira César. 
 
Relembre o caso
O corpo do professor Sonoda foi encontrado carbonizado dentro de um carro incendiado no dia 18 maio, em uma estrada vicinal, em São Carlos. Próximo ao carro estava uma pá e tinha ainda um buraco, que poderia ser uma cova. 
 
Depois a polícia descobriu que o professor foi assassinado a facadas, dentro de casa, pela enteada de 17 anos. O crime tinha sido planejado pela mãe dela, esposa de Sonoda, como comprovaram mensagens de um aplicativo no celular. 
 

 

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