InícioNotíciasGeralSão Paulo entra na briga pelo ex-afeano Renato Cajá

São Paulo entra na briga pelo ex-afeano Renato Cajá

Meia da Ponte Preta foi oferecido por seus empresários ao time do Morumbi. Assim como já havia acontecido com o Cruzeiro

A Ponte Preta inicia a semana focada no Goiás, adversário do próximo domingo no Brasileirão, e também na negociação envolvendo a permanência do meia Renato Cajá. Embora o Cruzeiro já tenha descartado a contratação do jogador, outro time brasileiro aparece como interessado: o São Paulo.

Cajá foi oferecido por seus empresários ao time do Morumbi. Assim como já havia acontecido com o Cruzeiro. E o São Paulo viu com bons olhos a sua contratação, principalmente devido ao baixo futebol apresentado pelo meia Paulo Henrique Ganso. O outro meia armador no atual elenco é o jovem Boschilla, que ainda não vingou.

Outro fator que faz o São Paulo investir no ex-afeano é que o técnico colombiano Juan Carlos Osorio pretende fazer um revezamento no time durante o Campeonato Brasileiro. Quando Ganso não atuasse, Cajá poderia assumir a função no meio-campo. E vice e versa. Neste caso, o São Paulo poderia se desfazer de Boschilla – o futebol europeu aparece como provável destino.

Porém, a negociação para ter Cajá não é tão simples como parece. A Ponte Preta exige o pagamento de uma multa estimada em R$ 3,5 milhões. A diretoria do São Paulo tenta ‘enrolar’ a Macaca com uma proposta que envolve a transferência em definitiva dos atacantes Roni (que está emprestado a Ponte) e Cafu (que deixou justamente a Ponte no inicio do ano para defender o São Paulo). Além disso, também ofereceria mais alguma quantia.

Roni é reserva no atual elenco pontepretano. Caiu de rendimento e perdeu posição. Cafu é veloz, mas é desprovido de qualidade técnica. Ou seja, dois jogadores que não acrescentariam em nada no time dirigido por Guto Ferreira.

Renato Cajá já disputou seis partidas com a Ponte no Brasileirão, e caso entre em campo diante do Goiás, no domingo, não poderá defender mais nenhum time do Brasil em 2015. Só poderia deixar o Moisés Lucarelli para atuar no futebol de fora do país.

 

 

Redação

Notícias relacionadas

Mais lidas